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Histórias incríveis, edições mais incríveis ainda

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Enviado em setembro pela TAG Inéditos, Uma nova chance para o Sr. Doubler conquistou os leitores não apenas por sua história e personagens marcante, mas também pela sua capa colorida, que combina com a positividade e as lições de vida trazidas pela narrativa. O projeto gráfico foi idealizado pelo designer Tulio Cerquize, que explorou elementos vintage com uma roupagem mais moderna, usando cores fortes e contrastantes junto a gravuras de cartazes e livros antigos.

Conversamos com o Tulio no podcast TAG – Papo de livro sobre outros títulos que, além de contarem histórias interessantes, acompanham capas diferenciadas. Enquanto confere a lista que preparamos abaixo, você também pode ouvir o episódio na íntegra aqui: http://bit.ly/PapoDeLivro

Festa no covil (2010), de Juan Pablo Villalobos

Romance de estreia do escritor e empresário mexicano, a obra mescla humor e horror enquanto mostra, através da narração do filho de um traficante, a realidade por trás do narcotráfico. Com cores primárias e vibrantes, a capa é ilustrada pela designer Elisa von Randow, que já assinou outros projetos do autor.

 

Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), de Machado de Assis

Considerado um clássico da literatura brasileira, o livro já ganhou diversas edições. A roupagem pop que a editora Antofágica deu à obra, no entanto, é a preferida de Tulio. O livro traz ilustrações esquecidas do artista plástico Candido Portinari, feitas na década de 1940 para uma tiragem de colecionador.

1984 (1949), de George Orwell

Inspirado pelos regimes totalitários das décadas de 30 e 40, é um dos livros mais famosos do autor, ao lado de A revolução dos bichos (1945). A obra foi publicada em mais de 60 países e adaptada para outros formatos. Edição estrangeira da Penguin Books, essa versão traz uma capa que estampa tipografias e frases impactantes.

Porca (2019), de Alexandre Marques Rodrigues

Vencedor do Prêmio Sesc de Literatura, o livro tem como pano de fundo um regime totalitário com influências religiosas que acaba por proibir, por exemplo, o Carnaval. Ilustrando símbolos católicos, a capa foi elaborada por Leonardo Laccarino, designer que também concebeu a edição da TAG Curadoria de As três marias (1939).

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