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Histórias de taggers que dariam livros #3

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Você já ouviu falar da síndrome do ninho vazio?

É o nome dado ao conjunto de sentimentos de tristeza, solidão e vazio que alguns pais experimentam quando os filhos saem de casa para viver de forma independente. Por mais difícil que seja, esse momento faz parte do fluxo natural da vida – e, como todo ciclo, precisa ser vivido.

Curiosidade: a palavra vazio em português se traduz para vide em francês. Ou seja, quando as línguas se encontram, “vazio” pode se transformar em “vida”. E talvez aí exista um sentido bonito: a sensação de ninho vazio pode, sim, ser também um chamado para recomeçar.

Quando isso acontece, a angústia abre espaço para reflexões: sobre o que já passou, sobre as lacunas deixadas, sobre os novos passos que surgem. E, para preencher essas lacunas, nada melhor do que boas companhias.

Foi assim com nossa associada fluminense Vilma.

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Não há vazio em que os livros não caibam

Vilma, de Mendes – RJ, nos contou:

“Me peguei na síndrome do ninho vazio. Aposentei, filhos estudando em estados diferentes, marido passou a ficar de segunda a sexta-feira na cidade onde trabalha e 2 dos meus 5 cachorros foram “descansar”. Eu já gostava de ler, mas com a assinatura me vi viciada, tanto que quando acabo rápido, compro algum outro enquanto o da TAG não chega. São meus companheiros, faço viagens incríveis com os lugares, as pessoas e as histórias que cada livro me apresenta.”

Sempre eles: fiéis companheiros, prontos para tudo, que nos estendem a mão e nos chamam a viver aventuras. 

Afinal, não há vazio em que os livros não caibam.

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